Uma concepção determinista da acção salienta que as acções são acontecimentos que têm lugar no mundo e que, portanto, estão integradas em cadeias causais: ora são efeitos de acontecimentos anteriores (mentais ou físicos); ora são causas de acontecimentos posteriores.
Por outro lado, pensamos que devemos responder por muitos dos nossos actos, de que somos responsáveis em consequência da nossa liberdade. Esta é uma visão não determinista da acção.
Se o determinismo for verdadeiro, então as nossas acções são causadas por acontecimentos remotos que não controlamos, tornando-se inevitáveis, não sendo nós responsabilizáveis pelo que fazemos; se o determinismo for falso, então as nossas acções são aleatórias, pelo que também não somos responsabilizáveis por elas.
Conclusão: em qualquer caso, não há livre arbítrio nem responsabilidade.
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