Muitas ideias, pontos de vista... fichas de trabalho, testes, apontamentos de Filosofia, Psicologia e tanto mais. O mundo dos filósofos acontece por aqui, porque filosofamos e estamos num mundo diferente, o nosso... volta mais tarde e estaremos todos juntos, aqui nos "Nabos da Púcara"! Deixa o teu comentário, colabora e entra no reino da Filosofia, enamora-te pelo prazer da reflexão e medita na existência, constrói a tua interioridade pela harmonia e pela vigia enquanto luz da razão. Até já...!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Pausa para descanso - Meditando

FELIZ NATAL

BOAS FÉRIAS

BOAS FESTAS!
Desejamos a todos um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo de 2011.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Na procura do saber filosófico

Filosofia - "designa um saber geral e gerant, univeral e universalizante; um saber reflexivo que precede e procee às outras formas de saber"
Teste Sumativo de Filosofia





Duração: 90 minutos
Leia atentamente o seu teste Sumatívo antes de começar a responder. Nada de pressas! Deve ter em conta os seguintes critérios, segundo os quais as suas respostas serão avaliadas:
Domínio dos conteúdos e temas tratados – 40%; Análise e interpretação de documentos /frases apresentada – 30%; Rigor conceptual – 10%, Correcção linguística – 10%, Clareza e sequência lógica das ideias – 10%.

GRUPO I (12x5=60 pontos)

As questões deste grupo são de selecção. Indique para cada questão a opção correcta:





1 – No tocante à especificidade da filosofia:

A – A filosofia é caracterizada pela autonomia, porque os filósofos subscrevem todas as afirmações alheias.
B – A filosofia é radical, porque diz sempre o contrário daquilo que o homem comum pensa.
C – A filosofia é universal na medida em que os seus problemas, sendo comuns a toda a Humanidade, são fáceis de resolver.
D – A filosofia desenvolve-se ao longo da história, e o filósofo é influenciado pela sua cultura.

2 – No que se refere à origem do filosofar:

A – É o espanto que desencadeia o filosofar.
B – Devemos assumir uma dúvida definitiva, porque nada podemos conhecer acerca das coisas.
C – As situações-limite nunca desencadeiam a reflexão filosófica, porque para filosofar é necessário ter o espírito tranquilo.
D – A filosofia é um acto solitário e impartilhável.

3 – A filosofia não serve para nada. Esta afirmação é:

A – Verdadeira, porque a filosofia não proporciona resultados imediatos.
B – Falsa, porque a filosofia permite o conhecimento do real e de nós próprios, lidando com questões fundamentais relativas ao sentido da nossa existência.
C – Verdadeira, porque a filosofia não traz qualquer vantagem material.
D – Falsa, porque a filosofia nos permite alcançar certezas absolutas.

4 – No que se refere aos instrumentos lógicos do pensamento:

A – O conceito é uma representação mental que reúne as características individuais de um conjunto de seres.
B – O termo é a expressão verbal do juízo.
C – Uma interrogação pertence à categoria das proposições.
D – O juízo é a operação mental que permite estabelecer uma relação de afirmação ou de negação entre conceitos, podendo tal relação ser considerada verdadeira ou falsa.

5 – Uma falácia é um argumento:

A – Inválido.
B – Válido.
C – Aparentemente válido.
D – Realmente válido.

6 – O juízo “O homem não é animal”, é um juízo:

A – Afirmativo, em que o sujeito é homem.
B – Negativo, em que o predicado é animal.
C – Verdadeiro, em que o sujeito é animal.
D – Falso, em que o predicado é homem.

7 – O comentário de um texto filosófico:

A – Não pressupõe a explicação do texto.
B – Não exige a reflexão pessoal.
C – Pressupõe conhecimentos da história da filosofia.
D – Restringe-se obrigatoriamente ao texto em questão.

8Argumentar consiste em:

A – Discutir acaloradamente, a fim de que a nossa tese se imponha pela força.
B – Apresentar um conjunto de razões a favor de determinada conclusão.
C – Fazer o que está ao nosso alcance para que as nossas ideias sejam tidas por superiores às dos outros.
D – Falar eloquentemente para que a nossa opinião se torne apelativa.

9 – A acção humana pode caracterizar-se como sendo:

A – Consciente, involuntária e racional.
B – Consciente, voluntária e irracional.
C – consciente, voluntária e intencional.
D – Consciente, involuntária e intencional.

10Deliberar implica:

A – Encontrar os meios necessários para realizar dada acção.
B – Reflectir acerca das diferentes possibilidades de acção.
C – Decidir o que fazer em determinada situação.
D – Escolher um objectivo de acção.


11 – É através dos motivos que podemos compreender plenamente uma dada acção humana. Esta afirmação é:

A – Verdadeira, porque o motivo deriva da realização da acção.
B – Falsa, porque o motivo corresponde ao objectivo da acção.
C – Falsa, porque o motivo por si só não explica integralmente uma acção humana.
D – Verdadeira, porque o motivo revela a razão pela qual a acção ocorre.

12Ser responsável é:

A – Cumprir exclusivamente as leis, normas e regras morais.
B – Ter consciência do que se faz.
C – Agir sempre com muito cuidado para não prejudicar os outros.
D – Assumir as suas acções e ser capaz de responder por elas.







GRUPO II

1 – Tenha em conta a seguinte citação:

“A maturidade é tudo. Talvez que a filosofia nos dê, se lhe formos fiéis, uma sadia unidade da alma.

Will Durant, Filosofia da Vida, Livros do Brasil, p.7


1.1. Relacione esta afirmação com a ideia de que a filosofia e a vida são indissociáveis. . (10 pontos)


2. Atenda ao seguinte texto:

“Eu, porém, apenas sou alguém com o outro, sozinho nada sou.

Karl Jaspers, Iniciação Filosófica, Guimarães Editores, p. 26.


2.1. Refira em que medida a vontade de comunicação autêntica se pode constituir como a origem do filosofar. (15 pontos)




3. Tenha em consideração o texto que se segue:

“A vida pressupõe a memória do passado. Com efeito, qualquer saber prático implica a memória das regras técnicas, quer ao nível da vida individual quer da vida social. O poder sobre as coisas é a reactualização de um saber adquirido de tal forma que a memória funcione como uma fonte de acção sobre o mundo. A vida consciente, em vez de funcionar de acordo com comportamentos instintivos, põe em acção processos decisionais e técnicos que se servem de um capital de experiência. Contrariamente aos outros mamíferos, o homem parece ser, por excelência, um ser de memória. Em vez de viver um presente absoluto, sempre renovado, à medida das suas percepções e acções, o homem vive uma perpétua sobreposição do passado, do presente e do futuro. A sua consciência, ao reter o passado imediato e ao antecipar sobre o futuro próximo, efectua uma síntese temporal que lhe permite ligar os acontecimentos entre si, em suma, pensar uma ordem do eu e do mundo.”

Olivier Salazar Ferrer, “O Tempo, a Percepção, o Espaço, a Memória”, in AAW, As Grandes Noções da Filosofia, Instituto Piaget, p. 1060

3.1. Identifique a tese principal. (5 pontos)

3.2. Evidencie os argumentos usados para a defender. (10 pontos)

GRUPO III

1 Considere o seguinte texto:

“Na linguagem ordinária, a acção não é um acontecimento, isto é, algo que acontece; entre o fazer e o acontecer há dois jogos de linguagem. (..) ”
Paul Ricoeur, O Discurso de Acção, Edições 70, p.30

1.1Explicite a afirmação, distinguindo o que fazemos do que nos acontece. (10 pontos)

2. Considere a seguinte descrição:

“Bruno teve uma semana desgastante. Com testes todos os dias, mal teve tempo para outras coisas que não estudar e estudar. Chegado ao fim-de-semana e sem mais testes na semana seguinte, chegou também o merecido descanso. Mas, para Bruno, descansar não é ficar em casa sem fazer nada. Descansar é fugir da rotina da semana e praticar desporto, ou seja, jogar futebol com os amigos. Por isso, pediu aos pais para sair com os seus amigos, telefonou-lhes a combinar, equipou-se, pegou na bicicleta e foi até ao local combinado a pedalar. Bruno jogou como avançado e durante o jogo rematou tantas vezes à baliza que conseguiu fazer um golo. Mas numa das suas investidas para marcar outro golo, o seu amigo que jogava na equipa adversária, tentando defender a bola, deu-lhe um pontapé na perna que o fez cair e magoar-se. Felizmente, tratou-se de um ferimento ligeiro que não o impediu de terminar o jogo e ganhar a partida. Contudo, quase perdia o jogo por algo que jura não ter feito: defendeu uma bola com a mão, na grande área, dando um penálti à equipa adversária. Todos consideraram que ele defendeu com a mão, mas Bruno nem se apercebeu do que fez. Felizmente, a sua equipa não perdeu o jogo por causa desse episódio.
O jogo fê-lo ficar bastante cansado: transpirava, respirava ofegantemente e sentia o ritmo cardíaco bastante acelerado; mas sentia-se mais fresco mentalmente. Bruno joga assim, com os amigos, não para ser um jogador profissional no futuro, mas essencialmente para se divertir. Divertiu-se bastante e conseguiu fugir da rotina da semana.”


 
2.1. Tendo por base a situação apresentada no texto, indique:

a) Algo que aconteceu ao Bruno. (10 pontos)

b) Coisas que Bruno fez involuntariamente, consciente ou inconscientemente. (10 pontos)

c) A acção intencional não básica. (10 pontos)

d) As acções intencionais básicas. (10 pontos)

e) Relativamente à acção não básica que indicou, o desejo, a crença e o fim. (10 pontos)

f) O motivo da acção (5 pontos)

g) O projecto. (5 pontos)

h) O agente da acção. (5 pontos)


GRUPO IV

Tenha em atenção que a sua resposta será avaliada de acordo com critérios já mencionados inicialmente. (25 pontos)

1. Considere o seguinte texto:

“O discurso é a expressão do pensamento racional sob a forma de uma sequência de juízos incidindo sobre conceitos parciais.”
G. Durozoi e A Roussel, Dicionário de Filosofia, Porto Editora

1.1.Elabore um comentário (filosófico) em que prove que a Filosofia é uma actividade discursiva.

Total: 200 pontos

Bom trabalho!

Teste Sumativo - 10º Filosofia

Ano lectivo de 2010/11

TESTE SUMATIVO
FILOSOFIA 10º


Duração: 90 minutos
Leia atentamente o seu teste Sumatívo antes de começar a responder. Nada de pressas! Deve ter em conta os seguintes critérios, segundo os quais as suas respostas serão avaliadas:
Domínio dos conteúdos e temas tratados – 40%; Análise e interpretação de documentos /frases apresentada – 30%; Rigor conceptual – 10%, Correcção linguística – 10%, Clareza e sequência lógica das ideias – 10%.

GRUPO I (12x5=60 pontos)

As questões deste grupo são de selecção. Indique para cada questão a opção correcta:




1 – A filosofia espontânea:

A – Desenvolve-se de forma crítica e rigorosa.
B – É típica dos filósofos profissionais.
C – É comum a todos os seres racionais.
D – Encontra-se apenas em tratados filosóficos.

2 – A filosofia possui apenas uma dimensão teórica. Esta afirmação é:

A – Verdadeira, porque a filosofia se reduz à mera especulação.
B – Falsa, porque filosofar é um exercício inútil.
C – Verdadeira, porque a filosofia é incapaz de influenciar a dimensão prática da vida.
D – Falsa, porque a filosofia nos ajuda a orientarmo-nos no mundo e a agir de forma responsável.

3 – As relações entre o pensar e o agir podem ser caracterizadas do seguinte modo:

A – Pensamos primeiro e só depois agimos.
B – Agimos primeiro e só depois pensamos.
C – Entre o pensar e o agir existe uma dialéctica, uma influência recíproca.
D – O pensar e o agir são totalmente independentes entre si.

4 – O saber filosófico pode caracterizar-se como um saber:

A – Metódico, racional, crítico.
B – Metódico, irracional, acrítico.
C – Imetódico, irracional, acrítico.
D – Metódico, racional, acrítico.



5 – No âmbito da lógica e dos princípios lógicos, é correcto afirmar que:

A – A lógica se dedica ao estudo dos processos mentais.
B – O princípio de identidade afirma que a mesma coisa não pode ser e não ser ao mesmo tempo, segundo a mesma perspectiva.
C – Um pensamento rigoroso e coerente se encontra num plano superior ao dos princípios lógicos.
D – Os princípios lógicos constituem os pressupostos de todo o pensamento consistente.

6 – Relativamente aos raciocínios, é correcto dizer que:

A – Todos os raciocínios válidos são verdadeiros.
B – Pode haver raciocínios válidos com premissas verdadeiras e a conclusão falsa.
C – Num raciocínio válido é impossível que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão falsa.
D – Nos raciocínios inválidos nunca há proposições verdadeiras.

7 – Explicar um texto é:

A – Apresentar o que o autor realmente diz.
B – Evidenciar a nossa opinião acerca do que é dito no texto.
C – Indicar a perspectiva de um determinado comentador acerca desse texto.
D – Fazer uma lista de objecções ao pensamento do autor.


8Argumentar consiste em:

A – Falar eloquentemente para que a nossa opinião se torne apelativa.
B – Discutir acaloradamente, a fim de que a nossa tese se imponha pela força.
C – Apresentar um conjunto de razões a favor de determinada conclusão.
D – Fazer o que está ao nosso alcance para que as nossas ideias sejam tidas por superiores às dos outros.

9 – A acção humana pode caracterizar-se como sendo:

A – Consciente, involuntária e racional.
B – Consciente, voluntária e irracional.
C – Consciente, involuntária e intencional.
D – consciente, voluntária e intencional.

10Deliberar implica:

A – Escolher um objectivo de acção.
B – Encontrar os meios necessários para realizar dada acção.
C – Decidir o que fazer em determinada situação.
D – Reflectir acerca das diferentes possibilidades de acção.

11 – É através dos motivos que podemos compreender plenamente uma dada acção humana. Esta afirmação é:

A – Verdadeira, porque o motivo deriva da realização da acção.
B – Falsa, porque o motivo por si só não explica integralmente uma acção humana.
C – Verdadeira, porque o motivo revela a razão pela qual a acção ocorre.
D – Falsa, porque o motivo corresponde ao objectivo da acção.

12Ser responsável é:

A – Cumprir exclusivamente as leis, normas e regras morais.
B – Agir sempre com muito cuidado para não prejudicar os outros.
C – Assumir as suas acções e ser capaz de responder por elas.
D – Ter consciência do que se faz.



GRUPO II

1 – Tenha em conta a seguinte citação:

“Para examinar a verdade é necessário, uma vez na vida, colocar todas as coisas em dúvida, tanto quanto se puder.”
Descartes, Princípios da Filosofia, Areal Editores, p. 59

1.1. Refira a partir deste excerto algumas razões que justificam a dúvida na procura da verdade. (10 pontos)

2. Atenda ao seguinte texto:

“A filosofia não é pois um meio, mas um fim. Não serve, mas é servida por todas as coisas, pelo próprio homem, pelo que nele existe de mais nobre, que é a sua faculdade intelectual.
Uma vez estabelecido que a filosofia não tem uma utilidade técnica, é necessário levar a questão a um plano mais profundo – metafísico ou pessoal – e perguntar se a filosofia poderá ter alguma repercussão útil de carácter espiritual. E, a esta pergunta, foram várias e opostas as respostas ao longo da história.”
Rafael Gambra, Pequena História da Filosofia, Planeta Editora, p.24

2.1. Comente este texto à luz do problema da utilidade da filosofia. (15 pontos)

3. Tenha em consideração o texto que se segue:

“E o primeiro dos seus atributos [de Deus] que parece dever ser aqui considerado consiste em que ele é muito verdadeiro e a fonte de toda a luz, de maneira que não é possível que nos engane, isto é, que seja directamente a causa dos erros aos quais estamos sujeitos e que experimentamos em nós próprios. Com efeito, ainda que a habilidade em poder enganar pareça ser um sinal de subtileza de espírito entre os homens, nunca todavia a vontade de enganar procede senão da malícia, ou do temor e da fraqueza, e, por conseguinte, não pode ser atribuída a Deus. (…)
Ora, ainda que Deus não nos tenha dado um entendimento omnisciente, não devemos crer por isso que ele seja o autor dos nossos erros, porque todo o entendimento criado é finito, e é da natureza do entendimento finito não ser omnisciente.

Descartes, Princípios da Filosofia, Areal Editores, pp.69-70 e 72

3.1. Identifique a tese principal. (5 pontos)

3.2. Evidencie os argumentos usados para a defender. (10 pontos)


GRUPO III

1 Considere o seguinte texto:

“Na linguagem ordinária, a acção não é um acontecimento, isto é, algo que acontece; entre o fazer e o acontecer há dois jogos de linguagem.
Paul Ricoeur, O Discurso de Acção, Edições 70, p.30

1.1Explicite a afirmação, distinguindo o que fazemos do que nos acontece. (10 pontos)

2. Tenha em conta a seguinte situação:

Imagine que vai a casa de um professor seu e o encontra no escritório, a abrir e fechar livros na mesa de trabalho, a consultar dossiers, todo ele rodeado de papéis, de figuras, de apontamentos, canetas de cor e acetatos. Em conversa com ele, acaba por confirmar que tudo aquilo tem em vista a preparação das aulas do dia seguinte. Confirma também que ele se preza de ser um profissional competente e que pretende que os seus alunos obtenham bons resultados.

2.1. Tendo por base a situação apresentada no texto, indique:

a) Qual é a acção? (10 pontos)

b) Quem é o agente? (10 pontos)

c) Qual a sua intenção? (10 pontos)

d) Qual o motivo? (10 pontos)

e) Qual a finalidade? (10 pontos)

V.S.F.F.
3Correlacione as colunas do quadro que se segue, preenchendo com os algarismos da coluna da esquerda os quadrados vazios da coluna da direita. (15 pontos)


1
Agente
Responde à pergunta quê (que fazer).

Responde à pergunta para quê.

2
Intenção
Responde à pergunta porquê.

Menciona a acção ulterior em vista da qual se faz a presente acção.

3
Motivo
A acção depende de mim.

Poder de decisão.




GRUPO IV

Tenha em atenção que a sua resposta será avaliada de acordo com critérios já mencionados inicialmente. (25 pontos)

1 – Tenha em conta a tabela que versa acerca do Trabalho filosófico e a Dimensão Discursiva:


Trabalho Filosófico – Dimensão discursiva
Etapas:
Problema
O que é a Tolerância?
Definição
Tolerância designa uma permissão, uma condescendência, um consentimento em relação a determinado valor ou postura social.
Tese
Na vida do dia-a-dia tolera-se.
Argumentação
Agimos, umas vezes toleramos, outras não no nosso dia-a-dia. A tolerância ou ser tolerante tem a ver com os princípios culturais de uma determinada sociedade, estão em causa os valores, são os mesmos que orientam posturas. A acção humana face à tolerância passa por uma aceitação ou não, consciente e voluntária de determinadas normas vigentes. Racismo e outras fobias estão na ordem do dia. Ser tolerante nem sempre é sinal de inteligente, contudo, somos tolerantes para sermos tolerados… (…).



1.1.Elabore um comentário (filosófico) onde articule o problema, a definição, a tese e a argumentação.
Total: 200 pontos

Bom trabalho!